A arte do contentamento

Publicado em: 4 de abril de 2011
Nosso dia a dia, em geral, costuma ser desafiador. São milhões de tarefas, compromissos, prazos, atividades e uma sensação recorrente de que o tempo passa mais rápido do que deveria. Dessa forma, fica difícil encontrar o equilíbrio e um senso de realização, que não precisa nem ser nada de outro mundo, mas algo bem simples mesmo, uma sensação de dever cumprido, de prazer pelas atividades a que nos propomos fazer, de aceitação e serenidade diante dos acontecimentos. Quando não encontramos isso, é crescente o sentimento de insatisfação, colocando toda a nossa atenção em um objetivo ainda distante de ser alcançado e, assim, nos desconectando do que estamos vivendo no presente.

Por isso, é importante começarmos a exercitar o contentamento, que é a capacidade de saborearmos o que está acontecendo em nossa vida neste exato momento, sem as distrações causadas pelo apego excessivo ao passado ou pela ansiedade em relação ao futuro. Alegria na presença, no aqui e agora, celebrando o que é bom em cada momento, nada mais que isso.

Não confunda contentamento com complacência ou acomodação. Praticar o contentamento não significa parar de se motivar a conquistar mais coisas e a ser melhor a cada dia, mas sim viver com uma maior aceitação do que se é, entrar em outra freqüência de energia, dando menos ênfase aos problemas, saindo do círculo vicioso que entramos quando ficamos alimentando a frustração diante de situações desafiadoras ou desagradáveis, o que acaba atraindo ainda mais experiências similares.

O ponto aqui é saber que nada é perfeito sempre, que às vezes estamos felizes, às vezes, tristes, há dias em que tudo flui bem, já outros são uma sucessão de imprevistos e atrasos; acertamos e fracassamos, às vezes chove, às vezes faz sol... essa é a natureza da via, sobre a qual nunca podemos ter controle absoluto, mas a verdade é que podemos sempre escolher de que maneira olhamos para as situações que se apresentam a nós: como obstáculos ou oportunidades, com sorrisos ou com choro, mas precisamos estar conscientes de que nossa realidade é como um espelho, que reflete exatamente o que projetamos nela.

Portanto, ao mudarmos nossa atitude em relação às coisas, embarcando num exercício de contentamento e satisfação, reconhecendo e honrando todos os passos que damos e todas as situações pelas quais passamos, nos tornamos mais gentis, mais gratos, mais bem humorados. A partir deste novo prisma, certamente experimentamos um grande bem estar, que se reflete em todos os aspectos: a saúde melhora, cultivamos melhor as amizades, nossos relacionamentos afetivos se tornam mais saudáveis, assim como as interações que temos diariamente, em todos os níveis, tornam-se muito mais fluidas e leves.

Podemos, então, proporcionar um pouquinho mais de paz e quietude para a mente e as emoções e abrir espaço para receber e vivenciar plenamente todas as novas, enriquecedoras e prazerosas experiências que estão reservadas para nós. Além disso, como vibrações positivas geram mais vibrações positivas, quanto mais nos contentamos e vivemos com alegria, mais coisas boas somos capazes de atrair para nós. Experimente entrar nesta nova sintonia!
Flavia Penedo
Flavia Penedo
Biografia:

Massoterapeuta há 10 anos, com especialização em Terapia Floral, Aromaterapia e Terapia com cristais.

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